quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Orquestra Sinfônica dedica concerto a “obrigatório” Mozart

Seleção da próxima terça-feira inclui obras-primas do classicismo do autor do século 18, como Clemenza di Tito é uma das suas últimas óperas

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“Mozart é um compositor obrigatório nas temporadas das orquestras profissionais em todo o mundo. Sempre estará presente, inclusive mais de uma vez na temporada”, afirma o maestro Cláudio Cohen, regente da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, sobre o concerto da próxima terça (6/8), que é dedicado ao compositor austríaco.

No programa, estão abertura da ópera Clemenza di Tito, o Concerto para Clarineta, com a participação da solista Renata Menezes, e a Sinfonia nº 39. A regência será do próprio Cohen.

Ele informa que Clemenza di Tito é uma das últimas óperas de Mozart: “A abertura dura cinco minutos e apresenta os principais temas a serem desenvolvidos no peça”.

Sobre o Concerto de Clarineta, o maestro diz que se trata de “uma obra prima; seu adágio é um dos mais belos da história da música, peça obrigatória no repertório de todos os clarinetistas”. A execução dura cerca de meia hora. Renata Menezes é clarinetista premiada e faz parte da OSTNCS desde 2000.

A Sinfonia 39, obra no ápice do Classicismo, inicia-se com uma introdução lenta, seguida de parte rápida, dentro em um estilo galante, explica Cohen. 

Define o último movimento como “virtuoso e brilhante”. Ainda segundo o maestro, pelo grau de dificuldade, é peça cobrada em concursos para ingresso em orquestras. Também tem duração aproximada de 30 minutos.



Serviço

Concerto Wofgang Amadeus Mozart

Abertura Clemenza di Tito

Concerto para Clarineta, solista Renata Menezes

Sinfonia no.39

Regência do maestro Cláudio Cohen

Cine Brasília, 6 de agosto, às 20h

Entrada franca sujeita à lotação (acesso a partir de 19h30)

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